APROVEITAMENTO DO GLICEROL DO BIODIESEL: ESTERIFICAÇÃO

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Escrito por Alexandre dos Santos Machado; Otanéa Oliveira de Brito; Júlio Mácio Soares de Oliveira

  
A matriz energética atual baseia-se na utilização de combustíveis fósseis que por serem de difícil acesso ou por instabilidade das zonas de maior extração, vêm sendo substituídos por combustíveis alternativos. Assim sendo, o biodiesel é um biocombustível de destaque, por ser renovável e trazer uma série de vantagens ambientais, econômicas e sociais. A Lei nº. 11.097 de 13 de janeiro de 2005, dispõe sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira, misturado ao diesel em um percentual mínimo obrigatório de 3%, desde julho de 2008. Através do processo utilizado no Brasil, transesterificação, a produção de glicerol é inevitável.
Com base em resultados preliminares desenvolvidos, este trabalho tem o objetivo de uma alternativa para encaminhar o glicerol produzido juntamente com o biodiesel. Para este trabalho preliminar, o glicerol foi esterificado, utilizando-se carbodiimidazol e a caracterização da amostra foi realizada através de cromatografia em fase gasosa acoplada à espectrometria de massas e infravermelho.
 
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